
A Seleção da Escócia será uma das adversárias do Brasil na fase de grupos da Copa do Mundo FIFA 2026. A equipe europeia chega ao torneio após uma campanha sólida nas eliminatórias e representa um perfil tradicional do futebol britânico: jogo físico, organização defensiva e forte competitividade coletiva.
Apesar disso, o histórico da Escócia em Copas do Mundo revela um contraste importante entre regularidade em classificações e dificuldade para avançar além da fase de grupos.
Caminho até a Copa do Mundo 2026 – Eliminatórias europeias
A Escócia garantiu vaga no Mundial de 2026 ao terminar na liderança do seu grupo eliminatório europeu, superando seleções tradicionais e confirmando consistência ao longo da campanha.
Campanha nas eliminatórias (Grupo)
- Jogos: 6
- Vitórias: 4
- Empates: 1
- Derrotas: 1
- Gols marcados: 13
- Gols sofridos: 7
- Saldo de gols: +6
- Pontos: 13
Resultados de destaque
- Escócia 4 x 2 Dinamarca
- Escócia 3 x 1 Grécia
- Escócia 2 x 1 Bielorrússia
- Bielorrússia 0 x 2 Escócia
- Dinamarca 0 x 0 Escócia
A campanha foi marcada por regularidade defensiva, bom aproveitamento como mandante e eficiência nos jogos decisivos, garantindo a classificação direta sem necessidade de repescagem.
A seleção atual: elenco, estilo e organização tática
Estrutura da equipe
A Escócia costuma atuar em um sistema híbrido, alternando entre 4-2-3-1 e 3-5-2, dependendo do adversário. O foco está em:
- linhas compactas sem a bola;
- forte disputa física no meio-campo;
- uso frequente de bolas longas e transições rápidas;
- aproveitamento de bolas paradas ofensivas.
Não se trata de uma equipe dominante em posse, mas sim de um time disciplinado taticamente e difícil de ser enfrentado.
Principais jogadores
O elenco escocês conta com atletas experientes atuando em ligas de alto nível da Europa:
- Andrew Robertson – lateral-esquerdo do Liverpool, capitão da seleção e principal liderança técnica.
- Scott McTominay – meio-campista com presença física e chegada à área, peça-chave no equilíbrio do time.
- Kieran Tierney – defensor versátil, atua tanto como zagueiro quanto como ala.
- John McGinn – meio-campista de intensidade, responsável por pressionar e acelerar transições.
O coletivo segue sendo o maior trunfo da equipe, mais do que individualidades ofensivas decisivas.
Histórico da Escócia em Copas do Mundo
A trajetória da Escócia em Copas do Mundo é marcada por frustrações recorrentes, apesar da tradição no futebol europeu.
Números históricos
- Participações em Copas do Mundo: 8
- Melhor campanha: fase de grupos (nunca avançou às oitavas)
- Última participação: Copa do Mundo de 1998 (França)
Desde a estreia em 1954, a seleção escocesa nunca conseguiu ultrapassar a fase de grupos, muitas vezes sendo eliminada por critérios como saldo de gols. Episódios históricos, como o Mundial de 1954 — quando levou apenas 13 jogadores para o torneio — tornaram-se símbolos das dificuldades enfrentadas pela equipe em competições desse nível.
A ausência em Copas desde 1998 reforça o peso do retorno ao Mundial em 2026.
Escócia x Brasil – histórico de confrontos diretos
Brasil e Escócia já se enfrentaram três vezes ao longo da história, sempre com vantagem brasileira.
Confrontos oficiais
- Copa do Mundo 1990: Brasil 1 x 0 Escócia
- Copa do Mundo 1998: Brasil 2 x 1 Escócia
- Amistoso 2011: Brasil 2 x 0 Escócia
Retrospecto
- Vitórias do Brasil: 3
- Empates: 0
- Vitórias da Escócia: 0
A Escócia ainda busca seu primeiro resultado positivo contra o Brasil em competições oficiais, o que adiciona um componente histórico ao confronto da fase de grupos em 2026.
Este texto serve como base informativa para a análise do confronto entre Brasil e Escócia na fase de grupos da Copa do Mundo 2026 e será atualizado conforme a competição se aproxima.
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